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A abordagem clínica do Diabetes Mellitus tipo 1 na infância exige o reconhecimento precoce da cetoacidose diabética para evitar complicações graves como o edema cerebral. Considerando os critérios diagnósticos da CAD, a fisiopatologia da deficiência de insulina e as diretrizes de manejo hidroeletrólítico, avalie as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
O edema cerebral na vigência do tratamento da CAD correlaciona-se com a queda da osmolaridade plasmática, manifestando-se clinicamente por poliúria persistente e hálito cetônico de aparecimento tardio.
O diagnóstico de cetoacidose diabética fundamenta-se na tríade de hiperglicemia superior a 200 mg/dL, acidose metabólica com pH arterial inferior a 7,3 e presença de cetonemia ou cetonúria significativa.
A insulinoterapia é iniciada logo após o diagnóstico da CAD, em bólus de 0,1 U/kg de insulina regular, para garantir a rápida supressão da lipólise e a normalização do hiato aniônico.
A reposição de potássio deve ser postergada até que os níveis séricos do íon atinjam valores inferiores a 3,5 mEq/L, visando prevenir a arritmia cardíaca induzida pela infusão rápida de insulina e glicose.