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Um adolescente de 16 anos procura atendimento clínico com queixa de artrite em punhos bilaterais e erupção cutânea no tronco e membros superiores iniciadas há dois dias, precedidas por artralgia e edema em joelho esquerdo uma semana após prática de futebol. Relata febre persistente (39°C) e fadiga, além de comportamento alterado com inquietação aumentada, rigidez matinal excessiva e frustração com mudanças na rotina, conforme observado pelos pais. Três semanas antes, apresentou faringite com febre baixa (37,2°C) que resolveu espontaneamente. Ao exame físico, apresenta punhos edematosos e eritematosos bilateralmente, lesões cutâneas rosadas-avermelhadas circulares com bordas bem definidas, centros claros e tamanho de 0,5 a 1,5 cm distribuídas no tronco e membros superiores. À ausculta cardíaca, identifica-se atrito pericárdico e sopro holosistólico grau III/VI em ápice. Força de preensão preservada (5/5), mas com sustentação limitada a 3 segundos por movimentos irregulares das mãos. Sem linfadenopatia cervical, conjuntivite, úlceras orais ou alterações de nervos cranianos. Quais distúrbios entram no diagnóstico diferencial dessa poliartrite migratória?
Febre Reumática Aguda (estreptococo do Grupo A), Doença de Lyme (Borrelia burgdorferi), Endocardite infecciosa, Parvovírus B19.
Síndrome de Sjögren, Esclerodermia, Gota, Febre Reumática Aguda.
Artrite Séptica, Tuberculose Articular, Artrite Reumatoide, Síndrome de Reiter.
Febre Reumática Aguda, Sarcoidose, Doença de Still, Fibromialgia.