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Andressa, 19 anos, estudante universitária de biomedicina, relata que há aproximadamente 9 meses vem restringindo fortemente a alimentação: ela consome apenas 500-800 kcal/dia, evita quase totalmente carboidratos e gorduras e faz duas sessões de corrida intensa por dia. Atualmente seu peso é 45 kg para altura de 1,70 m (IMC ≈ 15,6 kg/m²). Ela reluta em comer em grupos, tem amenorreia há 6 meses, nega vômitos autoinduzidos ou uso de laxantes, manifesta medo intenso de ganhar peso e relata que se sente “inchada” mesmo quando pesa menos que 50 kg. Exame físico evidencia lanugo discreto, frio nas extremidades, bradicardia leve (56 bpm) e constipação persistente. Ela foi encaminhada para avaliação psiquiátrica e nutricional. Com base no DSM-5, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico desta paciente.
Transtorno alimentar restritivo/evitativo, devido à ingestão extremamente limitada e à evitação de situações sociais envolvendo alimentação.
Anorexia nervosa, tipo com episódios de compulsão/purgação, apesar de ausência de relatos recentes de episódios compensatórios.
Anorexia nervosa, tipo restritivo, apresentando restrição alimentar significativa com objetivo de controlar o peso, além de alterações clínicas compatíveis com baixa ingestão calórica, sem relatos de episódios de compensação.
Outro transtorno alimentar especificado (OSFED), por apresentar alguns sinais de anorexia, mas não todos os critérios clássicos do DSM-5.
Bulimia nervosa, tipo purgativo, sugerida pelo baixo peso e possíveis episódios não relatados de compensação.