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Uma mulher de 41 anos, com dois episódios depressivos prévios, estava bem há 24 meses com venlafaxina de liberação prolongada 150 mg/dia. Em virtude de disfunção sexual, solicitou avaliação para discutir redução da dose ou retirada da medicação. Permaneceu bem por oito semanas com 75 mg/dia e passou, então, a tomar 75 mg em dias alternados. Na mesma semana, enfrentou um conflito profissional. Desde então, alterna dias habituais com períodos de choro, irritabilidade, náusea, sensação de instabilidade e sono fragmentado. O diário registra oscilações dos sintomas, com períodos de maior intensidade no final dos dias em que não toma a medicação. Não há ideação suicida ou perda persistente de interesse.
Qual modificação inicial do plano é mais apropriada?
Alongar o intervalo entre as tomadas, preservando a dose por tomada e reduzindo a exposição semanal.
Manter as tomadas em dias alternados e acrescentar um benzodiazepínico para os períodos sintomáticos.
Restabelecer a última dose diária tolerada e, após estabilização, planejar reduções menores da dose diária.
Retomar a dose de 150 mg/dia e adiar novas reduções até obter estabilidade clínica sustentada.
Substituir a venlafaxina por outro IRSN, interpretando a oscilação como perda de eficácia do tratamento.