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Uma jovem influencer de 17 anos comparece ao Centro de Atenção Psicossocial acompanhada dos pais. A paciente solicita, gentilmente, que seja atendida desacompanhada e que a coleta de informações colaterais junto aos genitores seja realizada num segundo momento. Certificando-se de todos os cuidados necessários, o psiquiatra conduz todo o atendimento acompanhado de outra profissional e prontamente observa que não há prejuízo do discernimento que comprometa o entendimento dos fatos. Diante dos sintomas listados, conclui, inequivocamente, que há risco iminente de autolesão grave. Após a escuta minuciosa das partes envolvidas, durante as considerações finais, os acompanhantes, aflitos com a situação, tensionam o psiquiatra em busca de respostas acerca das queixas da primogênita, afirmando que, caso contrário, irão acionar a mídia e os órgãos responsáveis.
Diante do exposto, o psiquiatra deve:
Revelar queixas, pois a paciente é menor de idade.
Preservar o sigilo médico, pois constatou-se a capacidade de discernimento.
Revelar queixas, pois a não revelação pode acarretar dano ao paciente.
Preservar o sigilo médico, pois há risco de quebra do vínculo com a paciente.
Revelar queixas, pois há risco de exposição vexatória.