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G.M.B., 37 anos, primigesta, idade gestacional cronológica de 11 semanas e 3 dias, comparece à consulta de medicina fetal para realizar ultrassom morfológico de primeiro trimestre. Sem ultrassom anterior. À imagem, identifica-se: feto único e vivo; BCF: 160 bpm; CCN (comprimento cabeça-nádega): 42 mm; TN (translucência nucal): 1,6 mm. Osso nasal presente. Ducto venoso: onda “A” positiva, regurgitação de tricúspide negativa. IP médio de artérias uterinas no .
De acordo com o caso apresentado, em relação às informações sobre ultrassom morfológico de primeiro trimestre, assinale a alternativa correta.
A ausência de regurgitação da tricúspide aumenta o risco de cromossomopatias.
O IP médio das artérias uterinas não tem importância no ultrassom morfológico de primeiro trimestre.
A onda A positiva no ducto venoso do feto indica aumento do risco de aneuploidias.
O osso nasal presente é um marcador menor de aneuploidias no ultrassom morfológico de primeiro trimestre.
No caso apresentado não é possível fazer o cálculo de risco corrigido para trissomias.