O conhecimento da embriologia e da anatomia dos
remanescentes branquiais é fundamental para a
compreensão da patologia cirúrgica cervical da criança.
Quanto à anatomia dos defeitos do aparelho branquial, é
correto afirmar que
A
a fístula da segunda fenda branquial, em seu trajeto,
passa próximo ao nervo facial, na intimidade da
glândula parótida e do seu ducto.
B
a fístula da primeira fenda branquial, em seu trajeto,
passa anteriormente aos nervos hipoglosso e
glossofaríngeo.
C
a fístula da segunda fenda branquial apresenta,
comumente, um trajeto longo que vai da pele da face
medial do músculo esternoclidomastóideo até a fossa
tonsilar. Corresponde a anomalia menos frequente que
a fístula da primeira fenda branquial.
D
anomalias da primeira fenda incluem aplasia ou atresia
do meato acústico externo e duplicações do conduto
auditivo externo.
E
a fístula da terceira fenda branquial, assim como a
fístula da segunda fenda, termina seu trajeto na fossa
tonsilar.