O distúrbio da diferenciação sexual é um trauma emocional
para a família e, mais tarde, para as crianças portadoras de tal
afecção. Por isso uma equipe multidisciplinar, principalmente,
com endocrinologista e cirurgião pediátrico experientes, deve
ser acionada para definição diagnóstica o mais breve possível.
As medidas que devem ser tomadas, inicialmente, ao nascimento
são:
A
realizar USG para avaliação da genitália interna
B
avaliar as gônadas com relação a sua simetria ou não e
a rápida análise do sexo cromossômico.
C
dosar 17 - hidroxyprogesterona e análise das enzimas
que interferem na síntese da testosterona
D
avaliar os eletrólitos e realizar ECG pela possibilidade de
hipercalemia