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O músculo papilar acometido pelo novo infarto foi o músculo papilar póstero-medial.
A idade avançada é fator de risco para aumento da mortalidade após a troca da válvula aórtica.
A causa mais freqüente de óbito nos pacientes portadores dessa patologia é o infarto agudo do miocárdio.
O paciente não tem indicação de tratamento cirúrgico por ser assintomático.
O eletrocardiograma de pacientes com T4F mostra hipertrofia ventricular esquerda.
O tratamento cirúrgico no paciente em questão está indicado, uma vez que a criança apresenta quadro de insuficiência cardíaca congestiva.
Em casos como o da situação clínica em apreço, a paralisia das cordas vocais, apesar de incomum, pode ser considerada uma complicação do tratamento cirúrgico.
Tipicamente, na tetralogia de Fallot, a comunicação interventricular tem posição subaórtica.
O risco de endocardite infecciosa após troca de válvula aórtica é maior, geralmente, por volta da sexta semana após a cirurgia.
A artéria descendente anterior não deve ser tratada no mesmo ato cirúrgico.
A maior causa de morte súbita em pacientes portadores de dissecção aguda de aorta é a rotura do falso lúmen, causando hemopericárdio, hemotórax ou hemomedastino.
A síndrome de Marfan é uma contra-indicação ao uso de enxerto autólogo pulmonar em posição aórtica (cirurgia de Ross) quando da troca da válvula aórtica.
Caso o paciente apresente endocardite infecciosa de válvula aórtica nativa, o tratamento inicial deve ser sempre cirúrgico.
Em caso de rotura cardíaca, o local mais comum dessa rotura é o ventrículo direito.
Na maioria dos pacientes, a etiologia da pericardite constritiva crônica não pode ser identificada.
O objetivo primário da cirurgia em questão é obter uma revascularização completa do miocárdio.
A pericardite constritiva crônica é um processo inflamatório crônico que envolve apenas a lâmina fibrosa do pericárdio e leva a um espessamento pericárdico com compressão dos ventrículos.
Quanto ao sistema de condução, os pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da patologia em questão apresentam melhora da condução atrioventricular, diminuição do período refratário do nó A-V e melhora da função do nó sinusal após a cirurgia.
A angiografia coronariana é atualmente o melhor método diagnóstico para avaliação do grau de estenose coronariana.
No paciente em questão, a toracotomia ântero-lateral esquerda não deve ser utilizada como via de acesso, uma vez que não permite acesso ao tronco pulmonar.