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De acordo com a classificação de Debakey, as dissecções que acometem apenas a aorta ascendente são classificadas como de tipo I.
O óbito em neonatos portadores de persistência do canal arterial e grande shunt esquerdo-direito deve-se à insuficiência cardíaca congestiva.
O tratamento indicado para esse paciente é conduta expectante e dosagem dos níveis séricos de lactato.
A ocorrência de endocardite bacteriana está associada aos pacientes portadores de grandes canais arteriais.
Tamponamento cardíaco é uma causa provável para as alterações apresentadas pelo paciente.
Durante a hipotermia, é comum a hemoconcentração e a diminuição do volume plasmático.
Os pacientes portadores de síndrome de Marfan têm maior probabilidade de apresentar redissecção de aorta após o tratamento cirúrgico que o resto da população.
Para o diagnóstico do tamponamento cardíaco, o ecocardiograma transesofágico possui maior sensibilidade que o transtorácico.
Em corações com sistema coronariano esquerdo dominante, o ramo descendente posterior se origina da artéria circunflexa.
A cirurgia de emergência está indicada quando a dissecção da aorta envolve a aorta ascendente.
Tempo de isquemia miocárdica durante a troca da válvula aórtica não é fator de risco para mortalidade pós-operatória.
Nos pacientes adultos sem co-morbidades associadas, recomenda-se, em vez de cirurgia convencional, valvotomia aórtica por balão.
A estenose pulmonar não é achado freqüente na tetralogia de Fallot.
A artéria coronária acometida pelo novo infarto foi o ramo descendente anterior
Comparada à troca da válvula aórtica isolada, a troca da válvula aórtica associada à revascularização do miocárdio não está relacionada à maior mortalidade perioperatória.
Os deficit neurológicos após a cirurgia citada no caso clínico em apreço são raros, sendo sua incidência menor que 1%.
O bloqueio de ramo atrioventricular total, que pode ocorrer após a cirurgia para troca da válvula aórtica, está usualmente associado ao trauma do feixe de Hiss durante a descalcificação do anel aórtico na região do septo membranoso.
A dissecção aguda de aorta deve fazer parte do diagnóstico diferencial nesse paciente.
Na forma clássica dessa patologia, a conexão atrioventricular direita é discordante.
Quando a dissecção acomete apenas a aorta descendente e não existem sinais de rotura e(ou) comprometimento isquêmico de órgãos-alvo, o tratamento pode ser, inicialmente, clínico.