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Na classificação de Waters, a presença de falsa glenóide corresponde ao tipo:
Os ramos sensitivos do nervo radial superficial, na maioria das vezes, emergem no subcutâneo entre os músculos
braquiorradial e extensor longo do polegar.
extensor radial do carpo curto e extensor longo do polegar.
braquiorradial e extensor radial longo do carpo.
extensor radial longo do carpo e extensor radial curto do carpo.
extensor longo do polegar e extensor radial longo do carpo.
O filme transparente (opsite®, tegaderm®) não é permeável para líquidos, vapor de água e bactérias.
O hidrocolóide favorece o desbridamento autolítico.
O alginato de cálcio ou de sódio deve ser usado em feridas secas.
As espumas de poliuretano têm propriedades altamente absortivas, mas não devem ser usadas em feridas com necrose.
Na fixação percutânea do escafoide por via volar, a incidência radiogra?fica que e? a mais importante para a avaliação da penetração articular e? a:
A pseudoartrose do gancho do hamato está mais relacionado com os achados abaixo, EXCETO:
Ruptura do tendão flexor profundo do dedo mínimo.
A lesão do ligamento colateral ulnar da articulação metacarpofalângica do polegar ocorre mais comumente:
Qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a um dos parâmetros de instabilidade, segundo La Fontaine, nas fraturas da extremidade distal do rádio?
Na subluxação rotatória da articulação interfalângica proximal, temos geralmente a interposição:
É uma das características da chamada diátese de Dupuytren:
Paciente de 35 anos, com lesão de plexo braquial esquerdo com 3 anos de evolução. Apresenta musculatura escapulotorácica com boa função e subluxação inferior da cabeça umeral. Foi decidido pela realização de uma artrodese do ombro esquerdo do paciente em questão. A posição ideal de fixação da articulação é de:
30° de abdução, 35° de flexão e rotação neutra.
10° de abdução, 35° de flexão e 30° de rotação interna.
10° de abdução, 15° de flexão e rotação neutra.
30° de abdução, 30° de flexão e 30° de rotação interna.
Na fratura supracondiliana do úmero na criança, a lesão do nervo radial ocorre principalmente quando há desvio:
posterior.
anterior.
posterolateral.
anterolateral.
posteromedial.
Na síndrome do interósseo anterior, ocorre fraqueza:
de flexores profundos de 4º e 5º dedos.
do pronador redondo e flexor radial do carpo.
do flexor longo do polegar e flexor profundo do 2º dedo.
dos flexores superficiais de todos os dedos.
do flexor longo do polegar e flexor radial do carpo.
Na fratura do rádio distal na criança, segundo a teoria de Pollen, o causador do desvio é:
o músculo braquiorradial.
o mecanismo de trauma.
o músculo pronador.
a membrana interóssea.
o músculo extensor radial longo do carpo.
Na cinemática do punho, com o desvio radial, o escafoide:
desvia em flexão.
desvia em extensão.
não altera sua posição.
desvia para ulnar.
altera sua angulação com o semilunar.
Na classificação de Palmer para lesão da fibrocartilagem triangular, o tipo traumático com avulsão distal é o:
1A.
1B.
1C.
1D.
1E.
Paciente com Kienbock, estágio IIIB, com ulna minus, tem como melhor indicação cirúrgica:
o encurtamento de rádio.
o encurtamento do capitato.
a carpectomia proximal.
a artrodese radiocárpica.
a descompressão metafisária do rádio.
Na fratura de Barton volar, na impossibilidade de um tratamento cirúrgico, o elemento principal que mantém a redução fechada é o:
ligamento radiocarpal volar.
ligamento carpal dorsal.
fragmento dorsal do rádio.
fragmento volar do rádio.
semilunar.
O músculo tibial posterior:
tem sua origem na membrana interóssea e face posterior da tíbia.
tem sua inserção no tálus.
é inervado pelo nervo fibular profundo.
tem como função a flexão plantar do tornozelo e eversão do pé.
faz parte do compartimento medial da perna.
Na displasia do desenvolvimento do quadril tratada com suspensório de Pavlik, a complicação com neuropraxia do nervo femoral, está relacionada à:
hiperflexão do quadril.
flexão menor que 90 graus.
abdução excessiva.
adução excessiva.
hiperextensão.
São exemplos de retalho fascial tipo B todos os abaixo citados, EXCETO: