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A epistaxe constitui-se em urgência otorrinolaringológica. O local de origem mais frequente de ocorrência de epistaxe é:
ântero-septal, do plexo de Kiesselbach
ântero-lateral, da artéria etmoidal
póstero-septal, da artéria esfenopalatina
póstero-lateral, da artéria nasal lateral posterior
No tratamento da epistaxe, com relação às ligaduras arteriais, assinale a alternativa INCORRETA:
Ligadura da carótida externa tem falhas frequentes, devido a ser longe do ponto sangrante e rede rica de vasos colaterais;
A ligadura da carótida externa apresenta técnica segura com baixos índices de complicações;
Uma das complicações da ligadura da artéria maxilar é a fístula oroantral;
A ligadura da artéria etmoidal anterior está indicada quando o sangramento está presente na região superior e lateral do nariz;
A ligadura da artéria esfenopalatina é um procedimento de baixa morbidade e alta taxa de sucesso.
Com relação às malformações da linha média do nariz, assinale a alternativa INCORRETA:
O cisto dermóide é o mais comum das malformações nasais da linha média;
As malformações da linha média podem evoluir com complicações neurológicas;
Dentre os diagnósticos diferenciais da meningoencefalocele estão os pólipos nasais;
O tratamento dessas malformações é conservador, uma vez que apresentam involução espontânea gradual;
Os exames de imagem contribuem para avaliação diagnóstica e o planejamento terapêutico dessas lesões.
A conduta inicial na paralisia bilateral congênita em adução com dispneia é:
Traqueostomia.
Cricostomia de urgência.
Intubação Orotraqueal.
Corticoide sistêmico e inalatório.
Aritenoidectomia.
O exame para acompanhamento e critério de cura da otite externa necrotizante é:
Tomografia computadorizada das mastoides.
Ressonância Nuclear Magnética das mastoides.
Cintilografia óssea com tecnécio-99.
Cintilografia óssea com galio-67.
VHS e níveis glicêmicos.
Quadro de paralisia facial bilateral, paralisia do VI par craniano, alterações do III, V e XII pares cranianos e sindactilia, caracteriza a síndrome de:
Mobius.
Heller.
Berger.
Alexander.
Charge.
Sobre o colesteatoma congênito, assinale a alternativa INCORRETA:
Massa esbranquiçada com membrana timpânica íntegra;
Retração da parte flácida da membrana timpânica;
Ausência de otorréia;
Nega história de otite média de repetição;
Nega história de procedimento otológico prévio.
Com relação ao diagnóstico da paralisia laríngea no adulto, assinale a alternativa INCORRETA:
A qualidade da imagem na laringoscopia rígida permite afastar fixação da prega vocal por infiltração tumoral;
O exame de nasofibrolaringoscópio é uma importante ferramenta para o topodiagnóstico da paralisia laríngea;
A eletromiografia laríngea é importante no diagnóstico e prognósticos das paralisias laríngeas;
Sinais de regeneração à eletromiografia da laringe indica um procedimento cirúrgico corretivo definitivo precocemente;
Exames de imagem contribuem para o diagnóstico diferencial das causas da paralisia laríngea.
O nervo que, quando seccionado ou estirado na estapedectomia, leva à boca seca, amarga e gosto metálico é o(a):
Maxilar.
Corda do tímpano.
Palatino.
Glossofaríngeo.
Trigêmeo.
O maior músculo intrínseco da laringe é o:
Cricotireoideo.
Tireoaritenoideo.
Cricoaritenoideo posterior.
Cricoaritenoideo lateral.
Milo-hioideo.
O sintoma mais comum na SAOS infantil é o(a):
Apneia.
Irritabilidade/hiperatividade.
Sonolência diurna.
Ronco/sono inquieto.
Déficit cognitivo.
Quanto à indicação cirúrgica dos pacientes com Otosclerose, assinale a alternativa INCORRETA:
A cirurgia é indicada em pacientes com disacusia de condução ou mista, com boa reserva coclear;
Queixas de zumbido e vertigens melhoram após o tratamento cirúrgico da otosclerose;
Processo infeccioso em atividade na orelha externa ou média deve postergar a abordagem cirúrgica até um completo controle das condições locais;
A possibilidade de audição binaural é indicação para cirurgia na orelha contralateral à operada com sucesso;
O insucesso cirúrgico não contraindica a cirurgia na orelha oposta, desde que os limiares ósseos permitam a adaptação de um dispositivo eletrônico de amplificação sonora individual.
O diagnóstico da obstrução nasal é essencialmente clínico, mas os exames complementares ajudam na confirmação diagnóstica e avaliam a extensão da doença obstrutiva. O exame considerado “padrão ouro” para obstrução nasal em adultos é a:
Rinomanometria computadorizada.
Nasofibroscopia .
Tomografia Computadorizada do nariz e das cavidades paranasais
Ressonância nuclear magnética do nariz e das cavidades paranasais.
Radiografia dos seios paranasais nas três incidências.
O nome do espaço limitado medialmente pela primeira lamela e, lateralmente pela lâmina papirácea é:
Recesso lateral.
Recesso terminal.
Infundíbulo etmoidal.
Labirinto etmoidal.
Meato médio.
Em relação às indicações e contraindicações de tonsilectomia, assinale a alternativa INCORRETA:
Analisar frequência e gravidade das tonsillites de repetição;
A indicação de tonsilectomia é restrita aos abscessos recorrentes;
A indicação de tonsilectomia para cura da apneia obstrutiva do sono em crianças com hiperplasia adenotonsilar é controversa, devido à taxa de sucesso baixa;
As contraindicações de ordem hematológica são as mais frequentes;
A tonsilite crônica caseosa é uma indicação relativa de tonsilectomia.
A principal via de disseminação de infecção da orelha média e mastoide para orelha interna é:
Fistula do canal semicircular lateral.
Janela oval.
Membrana da janela redonda.
Sutura de Santorini.
Canal de Falópio.
Com relação à indicação de colocação do tubo de ventilação, assinale a alternativa INCORRETA:
Está indicado na Otite média com efusão quando a secreção se mantém por 3 meses;
Na Otite Média Aguda está indicada se 3 ou mais em 6 meses ou 4 ou mais em 1 ano;
Coloca-se o mais precoce possível se há distúrbio de fala ou linguagem;
Crianças com atraso de cognição podem ser acompanhadas clinicamente, quando apresentam efusão na orelha média, sem indicação de colocação de tubo de ventilação;
Níveis auditivos >40db com presença de efusão é recomendado a colocação de tubo de ventilação.
A complicação das otites médias cursa com o sinal de Griesinger e o quadro clínico, respectivamente, são:
Meningite. Sinal de irritação meníngea e abaulamento de fontanelas.
Mastoidite Coalescente. Queda da parede póstero-superior do CAE.
Tromboflebite do seio sigmoide. Edema e rubor retro auricular após trombose de veia emissária da mastoide.
Trombose do seio cavernoso. Diplopia com alteração de campo visual após trombose da artéria meníngea media.
Hidrocefalia Otogênica. Hipertensão intracraniana e paralisia do VI nervo craniano.
O primeiro sintoma na atresia coanal congênita bilateral é:
Rinorreia purulenta.
Insuficiência respiratória grave.
Taquicardia;.
Cianose de membros.
Estridor inspiratório.
A disjunção ou fratura da cadeia ossicular que apresenta ao exame tomográfico imagem de “bola de sorvete de casquinha” é:
Luxação incudomaleolar.
Fratura do cabo do martelo.
Fratura do estribo.
Fratura das cruras do estribo.
Luxação incudoestapediana.