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Sobre apendicite aguda na infância, assinale a alternativa ERRADA.
A obstrução do lúmen apendicular é o fator desencadeante da apendicite aguda e a principal causa em crianças é hiperplasia dos linfonodos submucosos do apêndice.
Com relação ao diagnóstico diferencial, peritonite primária é um dos principais e está quase sempre associada à síndrome nefrótica em crianças menores de 6 anos.
A adenite mesentérica tem quadro clínico com peritonite de início generalizada e o diagnóstico diferencial só é feito na cirurgia.
No diagnóstico da apendicite, quando indicado exame complementar de imagem, a ultrassonografia é mais específica e a tomografia axial computadorizada mais sensível.
É incomum nas crianças pequenas e nos idosos, mas, quando ocorre, tende a evoluir com peritonite generalizada.
Sobre distopias testiculares, assinale a alternativa ERRADA.
Testículos impalpáveis, não detectados por métodos de imagem, não precisam ser explorados cirurgicamente.
O exame físico de um recém-nascido revela ausência de testículo esquerdo na bolsa testicular. Ele é palpado no terço médio do canal inguinal. Os pais devem ser orientados, expondo-se que eles devem procurar um cirurgião pediatra para correção cirúrgica entre 6 meses e um ano de vida.
A criptorquidia é uma das afecções urológicas mais frequentes na criança. Sua incidência é idade-dependente e ocorre em 1,8 a 4% de todos os meninos nascidos a termo com peso superior a 2.500 g.
As gônadas ectópicas, tanto quanto as criptorquídicas, apresentam alterações histológicas significativas, se não levadas à bolsa testicular até um ano de idade.
A melhor conduta para um menino de um ano de idade portador de um testículo de localização intra-abdominal é fazer orquidopexia usando videolaparoscopia.
Sobre megacolon congênito, assinale a opção CORRETA.
A sintomatologia independe da extensão do segmento de cólon agangliônico.
O abaixamento videolaparoscópico pode ser realizado apenas para a técnica de Soave (telescopagem).
A realização do preparo de cólon é fundamental antes da realização do enema opaco, pois facilita a visualização do cone de transição.
A doença de Hirschsprung caracteriza-se, no recém-nascido, pelo retardo da primeira evacuação. O sinal radiológico patognomônico dessa doença é o aparecimento do cone de transição (aspecto de cone invertido no intestino).
No megacolon total a cirurgia preconizada é a ileostomia definitiva.
Sobre megacolon Congênito, assinale a alternativa CORRETA
A gravidade do caso está diretamente relacionada à extensão do segmento de cólon agangliônico.
A biópsia da mucosa intestinal evidenciando ausência de células ganglionares é suficiente para confirmar o diagnóstico.
A modificação da cirurgia de Duhamel, com a utilização de grampeadores cirúrgicos, não reduziu a morbi-mortalidade pós-operatória.
A confecção de colostomia antes da cirurgia definitiva é consenso entre os cirurgiões.
O enema opaco mostra dilatação da ampola retal na aganglionose que acomete o retosigmóide.
Sobre gastrosquise, assinale a alternativa CORRETA.
Um bom critério para prevenir complicações pós-operatórias é manter a pressão intraabdominal menor que 25 mm Hg.
A chamada síndrome do compartimento abdominal, que pode acontecer em casos de hipertensão intra-abdominal pós-operatória em gastrosquises, leva à falência renal e à isquemia intestinal, piorando consideravelmente o prognóstico.
Apresenta saco herniário, o cordão umbilical está inserido neste saco herniário, existe a presença de malrotação do cólon e são muitas as malformações associadas.
Apresenta graus variados de peritonite amniótica, normalmente estão herniadas vísceras maciças e apresenta muitas malformações associadas.
É um defeito embrionário falso por ruptura da base do cordão umbilical na sua base à esquerda.