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Sobre os defeitos congênitos da parede abdominal, assinale a alternativa INCORRETA.
A gastrosquise é um defeito que se caracteriza pela existência de um orifício de diâmetro variado na parede abdominal do lado direito do cordão umbilical. Uma ruptura na base do cordão umbilical causada pela involução do que seria a veia umbilical direita permite a saída mais ou menos precoce de vísceras abdominais para a cavidade amniótica.
A oligodrâmnia de qualquer etiologia pode contribuir para o sofrimento das alças intestinais porque evita a compressão das mesmas pela parede uterina.
A onfalocele consiste na saída de alças intestinais e/ou do fígado da cavidade abdominal para dentro de um saco constituído pela membrana amniótica e o peritônio. Pode-se observar presença de ascite no interior do saco,em cujo topo o cordão umbilical está implantado.
Sempre que possível, deve ser realizada uma amniocentese para pesquisa de marcadores como a alfafetoproteína, que está aumentada na gastrosquise e baixa na onfalocele, e a cordocentese para pesquisa do cariótipo, que é muito mais frequentemente anormal nas onfaloceles.
Um dos maiores avanços no tratamento das anomalias da parede abdominal é a possibilidade do diagnóstico pré-natal pela ultrassonografia.
Contraindica a redução incruenta nas invaginações intestinais:
episódio com mais de seis horas de duração, mesmo sem sinais de sofrimento de alças intestinais;
criança com menos de 1 ano de idade, pelo risco de doenças associadas;
impossibilidade de obter fluoroscopia, mesmo que tenha acompanhamento ultrassonográfico;
invaginação íleo-ceco-cólica;
paciente séptico, com mais de 24 horas de evolução e ultra-som sugerindo líquido livre na cavidade abdominal.
Sobre o tratamento indicado para as balanopostites associadas a fimoses em crianças menores de 4 anos de idade, marque a alternativa CORRETA.
Postectomia imediata para evitar parafimose.
Dilatação do anel prepucial sob anestesia geral ou sedação.
Antibioticoterapia local e sistêmica.
Cuidados locais e postectomia eletiva.
Antiiflamatório local sistêmico.
Um menino de três anos de idade deve submeter-se a uma cirurgia de fimose. Preocupado, o pai da criança pergunta ao cirurgião pediátrico se há riscos em relação ao procedimento.O médico responde corretamente que a principal complicação é
estenose meatal.
infecção.
retenção urinária.
sangramento.
A disfagia lusória ocorre devido à compressão e ao deslocamento do esôfago por malformações vasculares. A causa mais comum dessa disfagia é
arco aórtico à direita com persistência do ligamento arterioso.
artéria subclávia direita anômala.
comunicação interatrial tipo ostium secundum.
artéria pulmonar ectópica.