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A hipófise anterior, também conhecida como adenohipófise, se origina a partir de uma invaginação do epitélio bucal embrionário, conhecida como _______________. Assinale a alternativa que completa corretamente o enunciado.
Notocorda.
Placa cardíaca.
Estomodeu.
Bolsa de Rathke.
Bolsa de Buck.
Sabe-se que, via de regra, diabetes tipo 1 é uma doença crônica não transmissível, hereditária, que concentra entre 5% e 10% do total de diabéticos no Brasil. O tratamento exige o uso diário de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose no sangue. Uma variável é a Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA) que caracteriza-se, basicamente, no desenvolvimento de um processo autoimune do organismo, que começa a atacar as células do pâncreas.
Certo
Errado
Uma mulher de 62 anos, diabética com índice de massa corporal (IMC) de 32 kg/m², apresenta insuficiência renal crônica (creatinina sérica de 1,8 mg/dL, TFGe de 40 mL/min) e proteinúria moderada (1,8 g/24h). Ela está em uso de metformina 1000 mg duas vezes ao dia, insulina basal (glargina 20 UI à noite), e empagliflozina 10 mg/dia. Sua hemoglobina glicada é de 8,1%.
Segundo as diretrizes KDIGO 2024 e com base nos resultados do estudo FLOW, qual das condutas a seguir é mais indicada para melhorar o manejo da nefropatia diabética e reduzir o risco cardiovascular?
Iniciar semaglutida 0,25 mg semanalmente, aumentando gradualmente, mantendo empagliflozina e ajustando a dose de insulina conforme a resposta glicêmica.
Adicionar alogliptina, um inibidor de DPP-4, para otimizar o controle glicêmico, pois estudos recentes mostram benefícios renais adicionais.
Substituir a empagliflozina por dapagliflozina, um SGLT2, devido ao perfil mais seguro em pacientes com TFGe abaixo de 45 mL/min.
Dobrar a dose de metformina para 2000 mg duas vezes ao dia para otimizar o controle glicêmico e ajudar na redução da proteinúria.
Suspender a empagliflozina e iniciar inibidor da ECA, como lisinopril, devido ao risco de hipovolemia em pacientes com TFGe abaixo de 45 mL/min.
Mulher, 29 anos de idade, vai a consulta médica para atendimento de rotina queixando-se de amenorreia, ganho de peso e humor deprimido nos últimos 7 meses. Exame físico: PA = 152 x 88 mmHg; FC = 93 bpm; IMC: 31 kg/m2; presença de pletora facial, várias equimoses na pele, estrias violáceas no abdome e obesidade dorsocervical. Exames laboratoriais: cortisol livre urinário 241 μg/24h. Cortisol sérico após teste de 1 mg de dexametasona: 6,2 μg/dL. Qual é próximo exame a ser solicitado para o diagnóstico?
Dosagem de ACTH.
Solicitar TC de abdome.
Teste de supressão com 8 mg de dexametasona.
Solicitar RM de sela túrcica.
Solicitar USG de aparelho urinário.
No diabetes mellitus (DM) tipo 2, o início é insidioso e, muitas vezes, o indivíduo não apresenta sintomas; porém, as alterações fisiopatológicas precedem em muitos anos o diagnóstico da doença. Segundo a International Diabetes Federation (2020), há, aproximadamente, 41,9% das pessoas com DM ainda não diagnosticadas; sendo assim, o rastreamento se torna essencial. De acordo com a diretriz sobre o diagnóstico do diabetes e rastreamento do diabetes tipo 2, da Sociedade Brasileira de Diabetes, o rastreamento para indivíduos sem fatores de risco deve se iniciar aos:
18 anos.
25 anos.
45 anos.
55 anos.