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Leia o caso clínico a seguir.
Adolescente de 16 anos apresenta lesões verrucosas e planas disseminadas, em genitais externos e região perianal. Informa vida sexual ativa e uso de contraceptivo hormonal oral.
Diante do diagnóstico clínico de condilomatose disseminada, o tratamento mais adequado é a
criocauterização.
eletrocauterização.
cauterização com ATA ou podofilina.
utilização de imiquimode ou podofilotoxina.
As causas da disfunção ovulatória são, exceto:
Hipoprolactinemia.
Hipotireoidismo.
Perimenarca.
Perimenopausa.
Insuficiência ovariana primária.
Leia o caso clínico a seguir.
Mulher de 25 anos de idade procura atendimento de urgência com história de que, há 3 dias, após término da menstruação, passou a apresentar dor hipogástrica persistente associada a dispareunia profunda. Ao exame físico, apresenta-se com temperatura corporal de 37,8ºC; demais sinais vitais normais e exame ginecológico mostrando secreção amarelada saindo através do canal endocervical, com dor ao toque combinado de útero e anexos e à mobilização do colo uterino. A ultrassonografia endovaginal está normal e a dosagem de BhCG, negativa.
O diagnóstico provável e o tratamento adequado são, respectivamente:
doença inflamatória pélvica aguda; tratamento com associação de ceftriaxona + doxiciclina + metronidazol.
doença inflamatória pélvica aguda; tratamento com associação de ciprofloxacina + azitromicina + clindamicina.
apendicite aguda; tratamento cirúrgico associado a antibioticoterapia com cefotaxima + gentamicina.
cervicite por gonococos e clamídia; tratamento com associação de ciprofloxacina + azitromicina.
A maior parte dos cânceres vaginais ocorre no terço superior da parede vaginal posterior. Eles se disseminam como a seguir:
I - Por extensão direta (nos tecidos paravaginais locais, bexiga ou reto).
II - Pelos linfonodos inguinais por lesões na vagina inferior.
III - Pelos linfonodos pélvicos por lesões na parte superior da vagina.
IV - Hematologicamente. Está correto o que se afirma em:
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Sobre o diagnóstico da Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é correto afirmar:
apendicite aguda, infecção do trato urinário, litíase ureteral e torção de mioma uterino não são considerados diagnósticos diferenciais durante o raciocínio clínico do caso.
o tratamento da DIP pode ser prorrogado para realização de exames confirmatórios laboratoriais e de imagem que possam auxiliar no diagnóstico e avaliação da gravidade, mesmo se alta suspeição clínica do diagnóstico.
a ultrassonografia pélvica não tem validade por ser incapaz de afastar diagnósticos diferenciais.
o diagnóstico clínico é realizado a partir de três critérios maiores (dor hipogástrica, dor à palpação de anexos e à mobilização do colo uterino) associados a um critério menor (como febre, secreção endocervical anormal, leucocitose, VHS elevado, entre outros) ou elaborado (como evidência histopatológica de endometrite, evidência de DIP durante laparoscopia, entre outros).