A formação da mancha negra da esclerótica no cadáver, também conhecida como sinal de Sommer ou Sommer e Larcher, é decorrente
da degradação das hemácias presentes nos vasos periféricos.
do aumento da pressão intravascular, decorrente da formação de gás pelas bactérias anaeróbias.
da queda de temperatura corpórea, desencadeando contração dos vasos sanguíneos periféricos.
da autólise celular, decorrente da cessação do aporte de oxigênio aos tecidos.
da desidratação cadavérica, decorrente da evaporação do líquido corporal para o ambiente.