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Para a identificação de cadáveres em estado de decomposição, recomenda-se a coleta de DNA de duas fontes distintas, como, por exemplo, cartilagem e osso longo, preferencialmente fêmur. No entanto, se não for possível utilizar o fêmur, um outro osso longo dos membros inferiores pode ser investigado.
Esse osso pode ser o(a):
rádio;
patela;
tíbia;
ulna;
calcâneo.