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Na necropsia de uma vítima de overdose suspeita de homicídio por administração forçada, o médico-legal coleta amostras para análises, subsidiando a identificação de substâncias letais.
A coleta toxicológica na necrópsia médico-legal, frequentemente usada em investigações de envenenamentos criminosos é feita com:
Análise de tecidos hepáticos isolados ignorando fluidos corporais, focando em órgãos sólidos para excluir tóxicos em inquéritos de overdoses acidentais hospitalares.
Coleta de bile gástrica limitada a conteúdos digestivos não sistêmicos, concentrando em estômagos para negar distribuições em análises de intoxicações crônicas.
Exame de cabelos postmortem sem integração com amostras agudas, orientando a análises capilares para desconsiderar overdoses em contextos de usos recreativos.
Coleta de sangue femoral e vítreo para dosar tóxicos estáveis pós-morte, essencial para diferenciar consumo voluntário de forçado e qualificar dolo em processos penais por assassinato.
Amostragem exclusiva de urina tardia sem correções por decomposição, priorizando fluidos periféricos para minimizar contaminações em perícias de dependências químicas não criminosas.