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Durante a necropsia de um indivíduo falecido por suspeita de envenenamento por cianeto, o auxiliar de necropsia é solicitado a auxiliar o médio legista na coleta de amostras de tecidos para toxicologia e, posteriormente, na descontaminação dos instrumentos e do ambiente.
Sabendo que a inalação de cianeto é extremamente perigosa e considerando a natureza volátil e tóxica do cianeto, a sequência de ações prioritárias e mais seguras que o auxiliar de necropsia deve adotar durante a coleta das amostras e, subsequentemente, na limpeza dos materiais e ambiente após o exame é
utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) adequados (máscara com filtro, luvas duplas); coletar as amostras em frascos herméticos com vedação segura; e, para a limpeza, utilizar desinfetantes oxidantes (como hipoclorito diluído) em ambiente ventilado, descartando os resíduos quimicamente perigosos em recipiente específico.
apenas utilizar luvas; coletar as amostras rapidamente em sacos plásticos; e, após o exame, submergir todos os instrumentos em álcool 70% por 10 minutos antes de descartar os resíduos em saco branco.
solicitar que o médico legista realize toda a coleta e limpeza, pois a tarefa é de alta periculosidade e não compete ao auxiliar de necropsia.
coletar as amostras em recipientes abertos para rápida evaporação do cianeto; lavar os instrumentos com água quente e sabão; e descartar resíduos no lixo comum.


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