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De extrema importância é a dissecção cervical cuidadosa nas asfixias mecânicas por enforcamento, pois
as manchas de Tardieu serão observadas na musculatura cervical.
as manchas de Paultauf aparecem na traquéia.
os delicados sinais de Friedberg e Amusat estarão presentes nas carótidas primitivas próximo a bifurcação das mesmas.
o sulco e as respectivas escoriações cervicais podem desaparecer com a manipulação descuidada do pescoço.
pode haver inundação traqueal por sangue das jugulares, confundindo o médico legista quanto a causa da asfixia.
Durante o exame necroscópico, para fins médico legais, procede-se a abertura do crânio conforme técnica preconizada por Griesinger, que consiste:
seção frontal do couro cabeludo, seção transversal dos ossos e cérebro em tempo único.
seção longitudinal do crânio em tempo único incluindo couro cabeludo, ossos e cérebro.
seção frontal do crânio em tempo único incluindo couro cabeludo, ossos e cérebro.
trepanação fracionada por área anatômica.
seção transversal do crânio em tempo único incluindo couro cabeludo, ossos e cérebro.
Para análise laboratorial toxicológica, com finalidade de pesquisa de cocaína usada pregressamente, o melhor material é
o sangue.
o suor.
a lágrima.
a urina.
o cabelo.
O material mais adequado para análise laboratorial toxicológica que visa dosar álcool etílico é
o suor.
a lágrima.
a saliva.
o sangue.
o cabelo.
A melhor coleta de materiais de vítima e indiciado, para confronto por DNA em casos de estupro, deve ser respectivamente:
sangue da vítima, sangue do indiciado.
conteúdo vaginal, sangue da vítima, sangue do indiciado.
conteúdo vaginal, sangue da vítima.
conteúdo vaginal, esperma do indiciado.
sangue da vítima, sangue do indiciado.
A abertura torácica no exame necroscópico para fins médico legais consiste em
incisão da pele, músculos e esterno ao nível das cartilagens esterno costais.
incisão mediana, longitudinal, anterior, da pele, celular subcutâneo e esterno.
incisão na linha axilar posterior bilateralmente, incluído pele, músculos e gradeado costal.
incisão frontal da pele, músculos e esterno.
incisão mediana, longitudinal, anterior da pele e celular subcutâneo, seguindo-se; rebatimento da musculatura e seção das articulações esterno costais para retirada do esterno.
Na coleta de sangue por venopunção periférica, com finalidade de análise laboratorial toxicológica, deve-se realizar anti-sepsia da pele do examinando, preferentemente com
álcool absoluto.
álcool iodado a 75 %.
solução iodada aquosa.
álcool-éter em partes iguais.
álcool-acetona em partas iguais.
Durante o exame necroscópico, para análise laboratorial toxicológica completa, devem ser colhidos preferentemente:
sangue (500 ml) e urina (500 ml).
sangue (50 ml), urina (50 ml), estômago com o conteúdo, fígado (200 g), rim, cérebro (200 g).
sangue (50 ml), vesícula biliar com bile (30 ml), urina (50 ml), baço.
cabelos (10 fios), unhas (2 unidades), conteúdo intestinal.
baço (50 g), rim (30 g), timo (10 g), tiróide (5 g).
Cadáver vítima de morte violenta, que será cremado, deve por precaução
ter colhido materiais adequados para análises toxicológica e anátomo patológica.
ser eviscerado.
ter retirados os dentes com obturações de amálgama.
congelado previamente.
formolizado.
Materiais colhidos durante o exame necroscópico a serem destinados para extração de DNA devem ser
conservados em água oxigenada a 10 %.
conservados em formol.
conservados em mistura de álcool e água oxigenada em partes iguais.
conservados refrigerados ou secos ao ar.
aquecidos a 100 °C, seguindo-se rápido resfriamento.