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Paciente com 37 anos, usuária de SIU (DIU de levonorgestrel) há quatro meses, referindo sangramento uterino diário, em pouca quantidade e escuro. Sem outras queixas. Antecedentes pessoais: nega comorbidades e uso de outras medicações. Sem desejo reprodutivo no momento e sem antecedentes cirúrgicos. Ultrassonografia pélvica transvaginal: útero de 110 cm³ com miométrio homogêneo. Cavidade uterina sem alterações estruturais com DIU bem posicionado e eco endometrial de 5mm. Ovários de tamanho e textura normais. Qual a conduta apropriada para controle do sangramento uterino anormal (SUA) nesta paciente:
Anticoncepcional hormonal oral combinado contínuo.
Antifibrinolítico e/ou anti-inflamatório não esteroidal por 5 dias, além descartar outras possíveis causas de SUA.
Em relação à periodicidade e tempo de seguimento das pacientes após término do tratamento de câncer de mama, assinale a alternativa que apresenta a recomendação correta da Society of Clinical Oncology (ASCO).
Seguimento de no mínimo 5 anos, sendo tri ou semestral nos primeiros 3 anos, semestral no 4º e 5º anos e após, anual
Seguimento de no mínimo 5 anos, sendo trimestral nos primeiros 2 anos, semestral no 3º e 4º anos e após, anual
Seguimento de no mínimo 5 anos, sendo trimestral nos primeiros 4 anos, semestral no 5º ano e após, anual
Seguimento de no mínimo 3 anos, sendo semestral durante esse período e após, anual
Mulher, 43 anos, queixa-se de saída de sangue pelo mamilo há três meses. O exame físico revela saída de derrame papilar sanguinolento por ducto único à esquerda. Palpação normal do parênquima mamário e axilar. Foram realizadas mamografia e ultrassonografia de mamas, laudadas como normais.
Qual a conduta mais apropriada nesse momento?
Colher citologia do derrame.
Solicitar PET-CT de corpo inteiro.
Realizar ressonância nuclear magnética.
Acompanhamento ambulatorial com mamografia anual.
Acompanhamento ambulatorial com ultrassonografia de mamas anual.
A abordagem inicial das pacientes com câncer de mama HER-2 positivo baseia-se em tratamento contendo:
Pertuzumabe (dose de ataque de 840 mg seguida de 420 mg EV a cada 3 semanas) e Trastuzumabe(dose de ataque de 8 mg/kg seguida de 6 mg/kg EV a cada 3 semanas) em combinação com quimioterapia.
4 ciclos pré-operatórios de Pertuzumabe, Trastuzumabe e Docetaxel (75 mg/m² EV) a cada 3 semanas, seguidos de cirurgia, seguida de 3 ciclos pós-operatórios de FEC90 (fluorouracil 500mg/m2EV, epirrubicina 90 mg/m² EV,ciclofosfamida 500 mg/m² EV) a cada 3 semanas em combinação com trastuzumabe.
3 ciclos pré-operatórios de FEC90, seguidos de 3 ciclos pré-operatórios de pertuzumabe, trastuzumabe e docetaxel, seguidos de cirurgia.
Nenhuma das alternativas.
Em 2014, a Sociedade Americana de Radioterapia e a Sociedade de Cirurgia Oncológica publicaram as novas recomendações a respeito do status das margens cirúrgicas. Este consenso propôs que:
Para tumores invasivos de estádio I ou II, após cirurgia conservadora, uma margem positiva seria definida como “menor que 1mm”.
Para tumores invasivos de estádio I ou II, após cirurgia conservadora, uma margem positiva seria definida como “presença de tinta no tumor”.
Para tumores invasivos de estádio I ou II, após cirurgia conservadora, uma margem positiva seria definida como “menor que 5mm”.
Para carcinoma ductal in situ, após cirurgia conservadora, uma margem positiva seria definida como “menor que 1mm”.
Para carcinoma ductal in situ, após cirurgia conservadora, uma margem positiva seria definida como “menor que 5mm”.