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Do ponto de vista epidemiológico, sabe-se que tabagismo, etilismo e hipertensão arterial podem ter contribuído para o quadro.
O diagnóstico mais provável nesse caso é de meningeoma do APC.
Os HSDA ocorrem em 10% a 15% dos pacientes com traumatismo craniencefálico (TCE) grave e resultam, na maioria das vezes, da ruptura de veias que atravessam o espaço entre a superfície cortical e os seios venosos durais.
O tratamento cirúrgico dos HSDA consiste em drenagem, por meio de pequena craniectomia, centrada no ponto de espessura máxima do hematoma.
Isquemia difusa, hipoglicemia e status epilepticus não produzem sinal falso-positivo para isquemia focal, à difusão.
Teoricamente, a combinação das técnicas de difusão e perfusão pode ser útil na correta identificação das chamadas áreas de penumbra.
Os achados clínicos são classificados como de grau 4, na escala de Hunt-Hess, e os achados tomográficos, como de grau 4, na escala de Fisher.
No caso descrito, o diagnóstico mais provável é de siringomielia cervicotorácica.
O melhor exame complementar, mais indicado ao caso em apreço, é a angiografia digital.
A taxa de mortalidade em pacientes com HSDA é elevada, havendo alguns fatores prognósticos positivos, como idade baixa, preservação da consciência e cirurgia precoce.
Do ponto de vista histológico, a lesão descrita no caso clínico (considerando a hipótese mais provável) pode ser classificada como meningoteliomatosa, fibroblásica ou transicional.
Os achados clínicos estão relacionados ao tamanho e à rapidez de crescimento dos HSDA, bem como à gravidade da lesão parenquimatosa.
Espera-se, no exame físico, diminuição do reflexo bicipital à direita.
Esse paciente apresenta postura de descerebração bilateral, pontuando 4 na escala de coma de Glasgow.
As áreas de isquemia cerebral aguda exibem sinal de intensidade aumentada (à difusão) poucos minutos após o início do evento.
O primeiro ramo anterior da artéria carótida externa é a artéria tireóidea superior.
A primeira forma de tratamento indicada para o caso é a radiocirurgia estereotáxica fracionada.
O quadro descrito é de síndrome radicular C8 à direita.
A lesão descrita pode ser bilateral na doença de Bourneville.