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A história em questão é compatível com a ruptura de um aneurisma da artéria comunicante anterior.
O exame histopatológico convencional do GBM revela necrose, hemorragia, edema, hipercelularidade, atipia nuclear, mitoses freqüentes, hiperplasia endovascular e formações em “pseudopaliçada”.
radionecrose, e o melhor tratamento é a administração de corticosteróides.
Normalmente, não leva a déficit neurológico, desde que seja lesão isolada, pois o diâmetro do canal vertebral nesse nível é maior e há uma tendência ao deslocamento lateral dos fragmentos.
Nessas circunstâncias, o médico poderá fornecer laudo de morte encefálica.
O tratamento consiste em fixação ocipitocervical mediante instrumentação cirúrgica.
São pouco freqüentes no primeiro ano após a operação e facilmente diagnosticáveis.
O GBM é o tumor primário mais freqüente do cérebro e também o mais freqüente entre os astrocitomas.
Considere que um paciente apresenta estado de coma após um TCE. Seu padrão respiratório é do tipo Biot, as pupilas encontram-se em miose fixa, os reflexos oculocefálico e oculovestibular também estão ausentes. Não há resposta motora aos estímulos álgicos, e o reflexo córneo-palpebral também se encontra ausente. Com base nesse quadro clínico, é correto afirmar que a lesão em questão ocorreu na ponte.
A paciente encontra-se em grau 3 na classificação de Hunt-Hess. A tomografia é classificada no grau 3 na escala de Fisher.