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Sobre o abortamento, considere a alternativa incorreta:
O aborto espontâneo é definido como gestação intrauterina não viável até 20-22 semanas.
O aborto espontâneo é definido como gestação intrauterina não viável com peso fetal de 500 g.
É considerado precoce ou de primeiro trimestre até 13 semanas e 6 dias.
Considera-se perda bioquímica o aborto que ocorre após um teste urinário ou beta-hCG positivo, mas sem diagnóstico ultrassonográfico ou histológico.
O aborto é a complicação mais comum da gravidez. A frequência relatada de perda gestacional em mulheres com teste urinário positivo é de 12% a 24%. A real taxa de aborto é, provavelmente, maior, pois muitas perdas ocorrem antes do diagnóstico de gravidez.
Gestante 22 anos, secundigesta (cesariana anterior de gemelar), na 32ª semana, monocoriônica e monoamniótica, chega à emergência, com queixa de dor em baixo ventre. Ao exame, dinâmica uterina de 2 contrações em 10 minutos de 45 segundos e batimentos cardiofetais de 136bpm e 148bpm. Ao toque, colo uterino pérvio com 3 cm de dilatação, 40% de esvaecimento cervical, primeiro feto cefálico, alto e móvel e bolsa amniótica íntegra.
Realizada ultrassonografia, a qual foi normal com ambos os fetos em apresentação cefálica.
Internamento, corticoterapia, nifedipina e programar a cesariana.
Internamento, corticoterapia, nifedipina, antibióticoprofilaxia e programar o parto vaginal.
Internamento, corticoterapia, sulfato de magnésio, penicilina cristalina e expectar o parto vaginal.
Observação, analgésicos e/ou antiespasmódicos e orientações.
Internamento, sulfato de magnésio, penicilina cristalina e cesariana imediata.
Gestante na 30ª semana de gravidez deu entrada na emergência obstétrica, com queixa de dor em baixo ventre. Referiu rotura prematura das membranas na 18ª semana, sendo acompanhada com conduta conservadora. Deu à luz por parto vaginal, com o recém-nascido apresentando deformidades de membros, hipoplasia pulmonar, implantação baixa de orelhas, retrognatia, pele enrugada e pequeno para a idade gestacional. Das alternativas abaixo, assinale o diagnóstico mais provável.
Síndrome/sequência de Potter
Síndrome de Edwards
Síndrome de Down
Síndrome de Turner
Atresia de esôfago
A.S.S., 35 anos, tercigesta (dois partos vaginais pematuros), na 32ª semana de gravidez, procura a urgência obstétrica com dores em baixo ventre. Nega outras queixas. Ao exame físico: estado geral bom, dinâmica uterina (DU) de 1 contrações de 40 segundos em 10 minutos, altura de fundo uterino de 29 cm, batimentos cardiofetais (BCF) de 136 bpm e pressão arterial de 110 x 80 mmHg. Ao toque vaginal: colo uterino pérvio com 2 cm de dilatação e 30% de esvaecimento cervical, bolsa íntegra e feto em apresentação cefálica.
Assinale a alternativa CORRETA que representa a conduta adequada conforme a definição diagnóstica pela Organização Mundial da Saúde.
Observação, nifedipina. corticoterapia, analgésicos e/ou antiespasmódicos e orientações.
Internamento, corticoterapia, antibioticoprofilaxia e nifedipina.
Internamento, corticoterapia e sulfato de magnésio.
Internamento, corticoterapia, nifedipina, antibioticoprofilaxia e sulfato de magnésio.
Observação, analgésicos e/ou antiespasmódicos e orientações.
Paciente na 28ª semana, multípara, seis partos vaginais e sem pré-natal adequado vem à emergência obstétrica preocupada para mostrar uma ultrassonografia, a qual descreve uma circunferência cefálica abaixo de três desviospadrões para a idade gestacional e imagem abaixo:

Foi encaminhada para um serviço especializado, onde foi submetida à investigação diagnóstica. Na 39ª semana de gravidez, evoluiu com o parto vaginal. Ao nascimento, as alterações ultrassonográficas foram confirmadas, acrescidas de coriorretinite e atraso no desenvolvimento neurológio.
Baseado nesses sinais e sintomas, assinale a alternativa que sugere a principal hipótese etiológica fetal.
Toxoplasma gondii
Parvovírus B19
Zika vírus
Vírus amarílico
Citomegalovírus