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Senhora de 82 anos, saudável, sem comorbidades, chega à emergência com história de queda em casa e dor intensa no ombro direito. O exame radiográfico demonstra uma fratura proximal do úmero. Segundo a classificação de Neer em 3 partes,
há correlação de frequência entre o tipo III e a lesão do nervo musculocutâneo.
quando associada à lesão do plexo braquial, há risco de lesão vascular associada.
lesões do manguito rotador estão frequentemente associadas em pacientes mais jovens.
a ressonância magnética pode ser útil, por definir os desvios com maior precisão do que a tomografia computadorizada.
as fraturas de Neer em 3 partes apresentam 3 traços de fraturas: o primeiro separa a epífise da diáfise; e os demais, as duas tuberosidades com mais 2 traços.
Considerando-se a irrigação vascular da cabeça femoral, tem-se:
a consolidação da fratura do colo depende apenas da circulação endosteal.
na irrigação da junção da superfície articular da cabeça com o colo femoral, os vasos se separam e uma pequena porção irrigará o ligamento redondo.
a cabeça femoral é nutrida exclusivamente pelos vasos retinaculares.
os vasos retinaculares são ramos diretos da artéria femoral medial.
todos os vasos ascendentes do colo femoral têm a mesma importância para a nutrição da cabeça femoral.
Em relação à epifisiólise proximal do fêmur, é verdadeiro afirmar que
a classificação funcional baseia-se na capacidade de o paciente sustentar o peso corporal.
na aguda, pode ocorrer uma fratura traumática do tipo Salter 3. A separação da epífise capital ocorre após trauma e sem sintomas prodrômicos.
na classificação de Southwick, mede-se o ângulo entre o colo e a diáfise femoral em AP, e nos escorregamentos moderados, o ângulo está abaixo dos 30 graus.
nos casos unilaterais, a criança que atingiu a maturidade muito rápido é mais propensa a um escorregamento contralateral assintomático.
a necrose da cabeça femoral leva à condrólise.
Paciente do sexo feminino, com 65 anos de idade e fratura do 1/3 distal do rádio, após 12 semanas começou a apresentar parestesia na região volar dos 3 dedos radiais.
Qual a causa provável?
Trombose arterial.
Compressão do nervo mediano.
Lesão do nervo radial.
Síndrome compartimental.
Lesão do nervo ulnar.
Na tríade terrível do cotovelo, é verdadeiro afirmar:
apresenta fraturas da cabeça do rádio e epicôndilo medial e luxação do cotovelo.
o mecanismo é por trauma direto na região do olecrano.
nas luxações instáveis, o cotovelo deve ser imobilizado em 60 graus de flexão para evitar a recorrência da luxação.
mesmo reconstruindo as estruturas lesionadas, convém associar um fixador externo trans articular, na posição semi-estendida do cotovelo.
na abordagem cirúrgica, têm-se como objetivos principais a fixação ou substituição de cabeça do rádio, fixação do fragmento coronoide e o reparo do ligamento colateral lateral.