A fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica, de alta prevalência e fisiopatologia complexa. Em 2016, os critérios de classificação para essa síndrome foram revisados. Entre esses critérios revisados, inclui-se
A
a presença de dor generalizada, definida como dor em pelo menos duas de três regiões pré-estabelecidas.
B
a pontuação do índice de dor generalizada (IDG) maior que 3 e da escala de gravidade dos sintomas (EGS) maior que 7.
C
a validade do diagnóstico de fibromialgia independentemente da presença de outros diagnósticos.
D
a presença de dor em nível similar durante, pelo menos, dois meses, sem outras manifestações concomitantes.
Médico atende uma criança de 8 anos com queixa de dor lombar de forte intensidade, associada à artrite muito dolorosa em joelhos e dor em região anterior da tíbia, há 3 dias. Ao exame físico, apresenta palidez leve, ausência de adenomegalias, auscultas cardíaca e pulmonar sem alterações, abdômen sem massas ou visceromegalias palpáveis. Ela refere que a dor não melhora com analgésicos comuns e tem atrapalhado suas atividades diárias e o sono. A medicação contraindicada neste caso é
“Homem, 38 anos, previamente saudável, apresentou erupção cutânea eritematosa progressiva; dor abdominal; artralgia; hematúria; e, febre baixa que durou duas semanas. O exame físico mostrou dor abdominal difusa e presença de lesões conforme demonstrado que são palpáveis. Os exames laboratoriais demonstraram leucocitose e elevação da proteína C reativa.”
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