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Quando o diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES) é estabelecido, é importante determinar a gravidade e a potencial reversibilidade da enfermidade. Assim, em relação ao LES, é correto afirmar que:
o diagnóstico de LES baseia-se em elementos clínicos e autoanticorpos específicos.
o Anti-Sm, o complemento sérico baixo e a anemia hemolítica fazem parte das manifestações imunológicas.
o lúpus eritematoso cutâneo as neuropatias periféricas e o fator antinuclear maior que o valor negativo de referência fazem parte das manifestações clínicas.
em muitos pacientes, o número de critérios reduz com o passar do tempo.
os anticorpos ou fatores antinucleares são negativos em mais de 98% dos pacientes no decorrer da evolução da doença.
Um dos diagnósticos diferenciais da esclerodermia é a fibrose sistêmica nefrogênica. Essa condição está associada à exposição de qual das seguintes substâncias?
Ácido hialurônico.
Oxalato.
Gadolínio.
Iodo.
Lítio.
Para fins de diagnóstico da artrite reumatoide, a enzima que é solicitada rotineiramente é a
proteína amiloide.
alfa-1 macroglobulina.
alfa-2 macroglobulina.
proteína C-reativa.
Qual das poliartrites abaixo tem apresentação articular com padrão simétrico periférico?
Espondilite anquilosante.
Artrite enteropática.
Artrite psoriática.
Artrite reumatoide.
Artrite reativa.
A Osteoartrite (OA) se caracteriza por doença altamente prevalente, com relação direta com o envelhecimento, acometendo até 85% dos pacientes com mais de 75 anos. É associada a disfunção articular e funcional, absenteísmo no trabalho, incapacidade e prejuízos à qualidade de vida, configurando-se como um problema de saúde pública. Sobre a Osteoartrite, assinale a alternativa correta.
O principal fator de risco para a OA compreende a idade, porém possui caráter multi-fatorial, com relação com fatores hormonais, com maior incidência na pósmenopausa em mulheres, além de genéticos, ocupacionais, estruturais e relacionados aos hábitos de vida, como sedentarismo e obesidade
A fisiopatologia tem início com a perda da homeostase dos sinoviócitos presentes na membrana sinovial, evoluindo com infiltrado inflamatório local, expansão da matriz extra-celular e progressivo dano à cartilagem e osso subcondral adjacentes
A fisiopatologia tem por início a perda da homeostase do tecido cartilaginoso articular, com maior ação dos condrócitos e produção de enzimas metoloproteinases, com consequente predomínio de degradação cartilaginosa, com posterior expansão progressiva do dano ao osso subcondral, porém sem acometimento da cápsula articular e demais estruturas peri-articulares
A OA secundária é a causada por etiologias definidas que levam ao dano articular, culminando em insuficiência articular semelhante à etiologia primária. Como compreende grande parcela dos casos, deve ser pesquisada em todos os casos, independente da idade ou quadro clínico
Traumas ou cirurgias prévias com consequente dano ao tecido ósseo e articular se caracterizam por uma causa óbvia de destruição articular, logo não podendo ser classificadas como etiologia de Osteoartrite