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A partir de 2007, a implementação do Sistema Nacional de Notificação de Eventos Adversos e Queixas Técnicas (NOTIVISA) tornou possível a profissionais de saúde (pessoas físicas) a notificação de eventos adversos e queixas técnicas diretamente à ANVISA.
A engenharia clínica de um hospital é responsável pelo acompanhamento dos serviços e contratos de manutenção terceirizada, apenas para a notificação de quaisquer eventos adversos ou queixas técnicas à ANVISA. A manutenção dos registros, contudo, é obrigação dos terceirizados, pois é sobre eles que recai a responsabilidade legal e civil por quaisquer eventos adversos que venham a ocorrer.
É atribuição da Engenharia Clínica a concepção de programas de manutenção de equipamentos médico-hospitalares. O modelo clássico de programa de manutenção preventiva de equipamentos médicos contempla três passos: inspeção funcional, limpeza e teste funcional.
Na avaliação de uma nova tecnologia a ser adquirida, é imprescindível a participação do setor de engenharia clínica, que fornecerá informações para as áreas econômicas e técnicas fazerem um estudo das condições de infraestrutura, econômicas e técnicas.
O objeto da tecnovigilância é a vigilância pós-comercialização de produtos para saúde, os quais abrangem inclusive materiais e artigos laboratoriais.
Em monitores multiparamétricos de sinais fisiológicos, as leituras do módulo de monitoração da oxigenação por oximetria de pulso podem ser afetadas pelas luzes dos focos cirúrgicos frontais e por congestão venosa. Mudanças no tom de pele por icterícia ou anemia não afetam as leituras obtidas.
A certificação de todos os equipamentos eletromédicos (EEM) que possuam normas IEC ou NBR publicadas é obrigatória, com exceção dos EEM cujas normas IEC ou NBR relacionadas estejam citadas na Instrução Normativa n.o 8/2007.
A concepção de um plano de reposição de equipamentos não possuirá mérito se não houver a participação de profissionais com formação técnica e de gestão, que pode ser exercida tanto por engenheiros biomédicos como por médicos. Contudo, na prática, o fator econômico poderá ser o predominante ou o único.
A reposição de um equipamento médico-hospitalar é determinada pela quantidade de manutenções que esse equipamento recebe durante sua vida operacional: quando é atingida uma quantidade pré-definida, o equipamento deve ser substituído.
Onda senoidal amortecida e onda bifásica são formas de onda desfibrilatória atualmente usadas em desfibriladores.
A implementação de ferramentas de gestão de equipamentos médicos nos hospitais promove a segurança, a qualidade e a eficácia dos procedimentos médicos. A ausência de um planejamento correto, comum em inumeros EAS, pode implicar em sobrevida de equipamentos antieconômicos, obsoletos e prejudiciais à saúde.
O planejamento de neurocirurgias pode ser realizado pelo neuronavegador com base em imagens de tomografia computadorizada ou de ressonância magnética.
Se, em um procedimento radioterapêutico, uma pessoa ingere um material radiativo com meia-vida de 5 anos, serão necessários, no mínimo, 5 anos para que a radiação produzida pelo material em seu organismo diminua por um fator 2.
No caso de equipamentos de ressuscitação ou de manutenção da vida, seus programas de manutenção preventiva devem ser utilizados pelo menos trimestral ou semestralmente.
A certificação de boas práticas de fabricação é documento obrigatório para a obtenção de registro de produto de saúde.
O erro padrão da média é uma medida da incerteza das estimativas feitas, usado no cálculo de intervalos de confiança. O desvio-padrão é uma medida da dispersão dos valores obtidos.
Conforme mostrado na figura, o ar comprimido pré-tratado pode ser derivado, para ser consumido no EAS, como ar medicinal nos tratamentos terapêuticos de menor gravidade.
O regulamento do pregão eletrônico estabelece que deverá ser previamente credenciada, perante o provedor do sistema eletrônico, a autoridade competente do órgão promotor da licitação, não sendo necessário o credenciamento do pregoeiro e dos membros da equipe de apoio.
A seção de fluxo contínuo dos aparelhos de anestesia é constituída de respirador e vaporizador.
Nos equipamentos radioterapêuticos, o decaimento radioativo causa um aumento do período do procedimento terapêutico, o que implica em riscos para o paciente, sendo esse um dos motivos para se fazer a manutenção periódica do equipamento.