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Sobre a autonomização de retalhos, é correto afirmar que:
não altera a produção e metabolização de substâncias como norepinefrina e tromboxane A2, algumas das responsáveis pela resposta vascular no tecido traumatizado
aumentar a largura da base do retalho aumenta o comprimento possível para um retalho, independentemente da resistência vascular e da pressão de perfusão
a realizada em 2 etapas gera melhores resultados, com a incisão longitudinal aos pedículos, criando um retalho bipediculado, seguida pela incisão do limite distal, 3 semanas após o primeiro procedimento
induz a expansão do território vascular a partir do 7º dia pós- autonomização, atingindo seu máximo com 4 semanas