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Sobre o trauma de face, pode-se afirmar que:
o risco de infecção secundária aos traumas de face é consideravelmente maior
as principais áreas acometidas no trauma de tecidos moles compreendem ao “H” da face
no reparo cirúrgico de feridas de face o tempo de traumatismo não contraindica o fechamento primário
na cirurgia reparadora do trauma de face, o debridamento agressivo é recomendado, não se devendo manter tecidos que aparentam isquemia