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A terapia com Iodo-131 é um excelente adjunto no tratamento do câncer de tireoide. Apesar de a maioria dos cânceres deste órgão serem bem diferenciados, 75% das mortes por câncer de tireoide ocorrem no seguimento dessas lesões inicialmente bem diferenciadas. Por isso, é muito importante a detecção e erradicação dessas lesões enquanto elas ainda são capazes de concentrar iodo e, consequentemente, serem tratadas com Iodo-131. Sobre a ablação com Iodo-131, assinale a alternativa correta.
O tratamento cirúrgico é, na maioria das vezes, capaz de remover completamente o tecido tireoidiano funcionante.
Doses repetidas de Iodo-131 podem levar a alterações das glândulas salivares. Por isso, deve-se orientar o paciente a evitar a salivação, não ingerindo alimentos ácidos, balas ou produtos cítricos.
O Iodo-131 atravessa a barreira placentária. Entretanto, a tireoide fetal passa a captar iodo apenas ao redor da décima segunda semana de gestação e, portanto, seu uso não precisa ser evitado durante o primeiro trimestre.
O uso de Iodo-131 durante a lactação é seguro, pois não é secretado no leite.
Fibrose pulmonar é uma complicação relacionada ao tratamento de pacientes com metástases pulmonares. Mielossupressão também pode complicar o tratamento com doses repetidas para metástases extensas, principalmente com doses cumulativas maiores que 800 mCi (29.6 GBq).