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Em relação ao esôfago de Barrett, é correto afirmar:
Baixo peso, consumo de álcool, tabagismo, hérnia de hiato volumosa e sexo feminino são fatores de risco para esôfago de Barrett.
O protocolo de Seattle preconiza biópsias nos quatro quadrantes a cada 1,0 ou 2,0 cm para rastreio de displasia em toda extensão da área metaplásica do epitélio de Barrett
É considerado esôfago de Barrett longo quando a lesão se prolonga por mais de 1,0 cm em seu maior eixo longitudinal.
Em caso de diagnóstico de esôfago de Barrett sem displasia, o acompanhamento endoscópico deve ser anual.