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A estenose aórtica apresenta alguns subgrupos de classificação hemodinâmica que apresentam considerações especiais. Geralmente nesses grupos há medidas discordantes, conforme o quadro a seguir.
Tipo I: baixo fluxo, baixo gradiente, fração de ejeção reduzida | Área valvar efetiva menor que 1,0 cm2 + volume de ejeção indexado menor que 35 mL/m2 + gradiente de pressão médio menor que 40 mmHg + fração de ejeção menor que 50% |
Tipo II: baixo fluxo, baixo gradiente, fração de ejeção preservada | Área valvar efetiva menor que 1,0 cm2 + volume de ejeção indexado menor que 35 mL/m2 + gradiente de pressão médio menor que 40 mmHg + fração de ejeção maior que 50% |
Tipo III: fluxo normal, baixo gradiente, fração de ejeção preservada | Área valvar efetiva menor que 1,0 cm2 + volume de ejeção indexado maior que 35 mL/m2 + gradiente de pressão médio menor que 40 mmHg + fração de ejeção maior que 50% |
Assinale a alternativa correta em relação a estenose aórtica.
Indica-se a realização do ecocardiograma de estresse com dobutamina para reavaliar as medidas no paciente que tem classificação tipo II.
Pacientes com classificação tipo I não se beneficiam da intervenção na valva aórtica devido a presença de disfunção miocárdica.
Pacientes com classificação tipo III são geralmente idosos com ventrículos hipertrofiados e com volumes pequenos.
Apesar de necessitar de seguimento cuidadoso, pacientes com classificação tipo III não devem ser considerados como portadores de estenose aórtica grave.