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O lítio ainda é empregado como tratamento padrão-ouro do transtorno afetivo bipolar, além de ser efetivo em casos específicos do transtorno depressivo, esquizofrenia e transtornos relacionados à impulsividade e agressão. Apesar de ser uma droga poderosa contra sintomas maníacos, possui níveis plasmáticos com uma estreita faixa terapêutica, requerendo monitorização frequente para, principalmente, evitar toxicidade. Nesse contexto, é correto afirmar sobre o tratamento com lítio, exceto:
pacientes em tratamento estão susceptíveis a insuficiência renal com níveis plasmáticos de ureia elevados e creatina em casos de intoxicação crônica.
a dosagem dos níveis plasmáticos de lítio deve ser realizada imediatamente após a última dose de lítio, para evitar viés de confusão dos níveis séricos da droga.
durante o tratamento, os níveis plasmáticos de lítio devem manter-se entre 0,6 e 1,2 mEq/L, evitando flutuações sobre a faixa subterapêutica ou tóxica, embora esses valores de referência possam variar conforme a indicação clinica.
sintomas neurológicos de intoxicação podem incluir tremor, hiperreflexia, nistagmo, ataxia e oscilação dos níveis de consciência.
o tratamento com lítio leva à inibição da síntese do hormônio tireoidiano e subsequente liberação, resultando em hipotireoidismo.