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Um estudo realizou a comparação da ação nefroprotetora de diferentes hipoglicemiantes em pacientes diabéticos tipo 2 e observou os seguintes resultados: a queda média anual da taxa de filtração glomerular foi de −2,03mL/min/1,73m2 (95% CI, −2,20 a −1,86) para pacientes recebendo sitagliptina; de ‑1,92 mL/min/1,73 m2 (IC 95%, −2,08 a −1,75) para os que utilizaram glimepirida; de ‑2,08 mL/min/1,73 m2 (95% CI, ‑2,26 a ‑1,90) para a liraglutida; de ‑2,02 mL/min/1,73 m2 (95% CI, ‑2,19 a ‑1,84) mL/min/1,73 m2 para a insulina glargina, (p = 0,61). A progressão média da doença renal ocorreu em 135 (10,6%) em pacientes recebendo sitagliptina; em 155 (12,4%) naqueles que receberam glimepirida; em 152 (12,0%) para os que receberam liraglutida; e 150 (11,9%) para os que receberam insulina glargina (p = 0,56).
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa correta em relação à conclusão desse estudo.
Não houve diferença estatisticamente significativa na ação nefroprotetora entre os medicamentos utilizados.
A droga que melhor teve ação nefroprotetora foi a liraglutida, ‑2,08 mL/min/1,73 m2 (95% CI, ‑2,26 a ‑1,90).
O medicamento de melhor custo‑benefício é a glimepirida por ser um medicamento bastante acessível.
A sitagliptina foi a droga que menos preservou a função renal ao logo do estudo.
Independentemente do medicamento utilizado, houve perda da função renal, o que demonstra que nenhuma delas tem ação nefroprotetora.