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Dois dos maiores desafios na cirurgia do implante coclear são a ossificação da cóclea e a labirintite ossificante, sempre avaliadas através de exames de imagem, como a tomografia computadorizada (TC) e a ressonância nuclear magnética (RNM). Com relação à labirintite ossificante, é INCORRETO afirmar:
Tem três fases aos métodos de imagem: aguda, fibrosa e ossificante.
O método de imagem para avaliação da labirintite aguda é a RNM.
O realce do contraste na RNM normalmente se mantém por alguns meses após o início do processo.
A TC não evidencia anormalidades na fase aguda e na fase fibrosa.
Na fase fibrosa, o material fibroso substitui a endolinfa e a perilinfa, com realce de sinal na RNM em T2.