

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Paciente do sexo feminino, 49 anos, apresenta nódulo de 3,0 cm em QSL de mama esquerda endurecido, irregular e indolor, além de diversos linfonodos em cadeia linfática axilar ipsilateral endurecidos, indolores e pouco móveis. Ultrassonografia das mamas evidenciou nódulo de 2,5 cm, irregular e diâmetro posterior maior que o transverso, com sombra acústica posterior, BI-RADS 5. Mamografia evidenciou mamas densas, com assimetria focal em QSL de mama esquerda e microcalcificações agrupadas e pleomórficas no local, BI-RADS 5. Exame anatomopatológico diagnosticou carcinoma ductal invasor grau 3 (Nottingham), com RE -, RP- e HER-2 (+++/3), com Ki-67 >40%. Foi realizado estadiamento clínico, sem evidência de metástase à distância.
Diante desse caso clínico, a melhor conduta terapêutica é realizar
cirurgia conservadora com biópsia do linfonodo sentinela e quimioterapia e radioterapia adjuvantes após cirurgia.
radioterapia e quimioterapia neo-adjuvantes para reduzir o tamanho do tumor e possibilitar tratamento conservador.
mastectomia radical modificada, quimioterapia adjuvante 6-8 semanas após a cirurgia associada ao trastuzumabe e hormonioterapia adjuvante por 10 anos.
mastectomia radical modificada por se tratar de tumor T3N1M0, prosseguir com quimioterapia adjuvante e usar o anticorpo monoclonal trastuzumabe, administrado semanalmente ou a cada três semanas em combinação com a quimioterapia.
quimioterapia neo-adjuvante por se tratar de paciente com alto risco de morte (>20%) e, após o término da quimioterapia, avaliar o tumor residual para determinar a melhor opção cirúrgica.