A doença inflamatória pélvica (DIP) é uma síndrome
clínica com substrato fisiopatológico na ascensão de
microrganismos patogênicos do trato genital inferior e na
produção de resposta inflamatória endometrial, anexial e
de estruturas contíguas. O manual de controle de DST do
Ministério da Saúde, para DIP leve, preconiza, para ambos
os esquemas do tratamento, o uso oral da doxiciclina
100 mg de 12 em 12 horas, em um intervalo de 14 dias,
sempre combinado a derivado nitroimidazólico e
cefalosporina ou quinolônico e nitroimidazólico.