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A contaminação das águas subterrâneas por agrotóxicos é um problema de difícil resolução. Partes importantes dos sistemas de abastecimento de água são supridas por mananciais subterrâneos e contaminações por agrotóxicos já foram detectadas na água que chega às torneiras da população. A partir das características físico-químicas dos contaminantes, é possível prever seu comportamento no meio. Alguns compostos podem volatilizar para a atmosfera, enquanto outros persistem no solo e na água, apresentando diferentes tempos de meia vida. As características de infiltração e de permeabilidade dos solos permitem que os químicos alcancem o lençol freático e os aquíferos em maior ou menor tempo.
Em relação à contaminação de águas subterrâneas por resíduos de agrotóxicos, é correto afirmar que:
Quanto maior o coeficiente de adsorção do agrotóxico, maior sua capacidade de contaminação.
A passagem rápida de resíduos de agrotóxico, através da zona não saturada, aumenta sua probabilidade de degradação bem como a probabilidade de contaminação da água.
Como agrotóxicos são utilizados na produção de alimentos consumidos pela população, a contaminação dos aquíferos é uma consequência justificável e de responsabilidade coletiva.
Boas práticas no uso dos agrotóxicos impedem a contaminação das águas subterrâneas.
As zonas de recarga dos aquíferos são áreas vulneráveis à contaminação.