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A pesquisa educacional nos museus, especialmente a partir da década de 1980, foi muito influenciada pelas teorias educacionais em vigor. De maneira geral, essas teorias afirmam:
As teorias cognitivistas que enfatizam o papel ativo do indivíduo na construção de seu próprio aprendizado não fornecem pistas para compreensão da aprendizagem que ocorre nos museus.
A aprendizagem é um processo estável e unidirecional que, em situações específicas e controladas pelo mediador, promove interação entre o indivíduo e o ambiente.
A elaboração das exposições está relacionada diretamente com o conceito de público, favorecendo processos comunicativos e educacionais centrados no conhecimento dos especialistas.
A educação e a comunicação nos museus devem ser entendidas a partir de modelos de déficit, por meio do qual o visitante entra em contato com o conhecimento verdadeiro produzido pelos especialistas e pesquisadores.
A aprendizagem em museus é um processo eminentemente cultural em que o visitante cria e produz sentidos na relação com os objetos e com outros visitantes.