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De acordo com Rosa (2020), o consumo de lipídeos na doença...

De acordo com Rosa (2020), o consumo de lipídeos na doença inflamatória intestinal deve atingir de 20 a 25% das necessidades energéticas do paciente. Assim, deve-se priorizar:


A

os ácidos graxos insaturados em uma proporção de W6:W3 de 3:1 ou preferencialmente 2:1.


B

a redução do consumo de ácidos graxos saturados e gordura monoinsaturada.


C

o aumento do consumo de gordura poli-insaturada e ácido graxo saturado.


D

o consumo de ácidos graxos de cadeia longa, como o ácido araquidônico e palmítico.


E

o aumento do consumo de ácido graxo de cadeia média presente no óleo de coco e nas carnes.