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Segundo Waitzberg (2017), com relação à oferta proteica do doente renal crônico (DRC) em terapia não dialítica, é INCORRETO afirmar que:
a microbiota intestinal é diretamente influenciada pela ingestão proteica e há evidência de disbiose nesses pacientes o que leva à progressão da doença.
a dieta hipoproteica pode melhorar sintomas urêmicos, prevenir ou tratar várias complicações da DRC, como a osteodistrofia renal.
a dieta com 0,6 a 0,7g de proteína por kilo por dia pode retardar a diálise por vários anos, mas depende, principalmente, do esforço do paciente para aderência a longo prazo.
a fonte de proteína pode ser importante para a progressão do DRC, e as proteínas vegetais influenciam negativamente a taxa de filtração glomerular, enquanto as animais retardam a progressão do DRC.
as recomendações de proteínas têm o objetivo de evitar a desnutrição e preservar a função renal residual.