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A vitamina D, reconhecida por seu papel fundamental no metabolismo do cálcio e dos ossos, tem sido crescentemente associada a diversas doenças crônicas, como as cardiovasculares e o câncer. Sua deficiência, que apresenta alta prevalência, pode levar a condições como raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos, além de estar implicada em distúrbios musculoesqueléticos e na adesão a terapias específicas.
Nesse contexto, sobre a vitamina D e suas implicações clínicas, assinale a afirmativa correta.
A deficiência de vitamina D está exclusivamente ligada a doenças ósseas, sem relação com condições cardiovasculares ou inflamatórias.
O uso crônico de corticosteroides favorece a absorção de cálcio e a mineralização óssea, reduzindo o risco de osteoporose.
Os distúrbios do metabolismo ósseo induzidos por medicamentos antiepiléticos são geralmente acompanhados por aumento nos níveis de 25(OH)D e hipocalcemia.
A monitorização dos níveis de 25(OH)D e a suplementação de vitamina D são recomendadas em pacientes em uso prolongado de prednisona, para mitigar o risco de distúrbios do metabolismo ósseo.
A hipovitaminose D é uma condição de baixa prevalência em adultos com doenças cardiovasculares, não justificando rastreamento rotineiro.