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S. M., 43 anos, sexo masculino, obeso, apresentou queimação retroesternal com regurgitação ácida e diagnóstico endoscópico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Foi prescrito um inibidor da bomba de prótons (IBP) por oito semanas e o paciente foi encaminhado para acompanhamento nutricional.
Quanto ao manejo da DRGE, assinale a opção que indica a orientação baseada nas evidências mais atuais.
A eliminação definitiva de todas as fontes de gordura da dieta, uma vez que lipídios, independentemente do tipo, são o principal fator que relaxa o esfíncter esofágico inferior.
A suplementação rotineira e imediata de vitamina b12 para todos os pacientes que iniciam o uso de IBP, independentemente da duração do tratamento, para prevenir a deficiência.
A orientação de fracionar a dieta em múltiplas e pequenas refeições ao longo do dia e evitar deitar-se nas 2 a 3 horas seguintes às refeições, visando reduzir a distensão gástrica e o refluxo postural.
A adoção de uma dieta líquida ou pastosa por tempo indeterminado, pois alimentos sólidos aumentam a pressão intra-abdominal e devem ser evitados para controlar os sintomas de refluxo.
A recomendação de uma dieta com restrição severa de todos os alimentos ácidos, como frutas cítricas e tomate, pois a acidez intrínseca desses alimentos é a causa principal da lesão na mucosa esofágica.