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A resposta metabólica ao estresse em pacientes críticos envolve alterações fisiopatológicas importantes, que impactam diretamente na terapia nutricional. Considerando as principais recomendações atuais para a abordagem nutricional no paciente em estado crítico, assinale a alternativa correta.
O hipermetabolismo da fase aguda do paciente crítico justifica a oferta imediata de 100% das necessidades calóricas estimadas, desde o primeiro dia, de modo a evitar déficit energético inicial.
A resposta inflamatória sistêmica do paciente crítico está associada à redução da gliconeogênese hepática e melhora da sensibilidade insulínica, permitindo aporte liberal de glicose sem risco de complicações metabólicas.
A utilização de nutrição parenteral exclusiva é recomendada como primeira escolha no paciente crítico hemodinamicamente estável, uma vez que promove melhor controle metabólico e menor risco de complicações infecciosas do que a nutrição enteral.
A resposta ao estresse crítico cursa com hiperglicemia, resistência insulínica e catabolismo proteico acentuado, resultando em balanço nitrogenado negativo, recomendando-se progressão cautelosa do aporte energético.
Durante a fase inicial da resposta inflamatória em pacientes críticos, ocorre redução significativa do gasto energético, de modo que a oferta nutricional deve ser limitada a valores muito baixos, sem progressão gradual ao longo da primeira semana.