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Um paciente de 68 anos de idade, portador de câncer de pulmão avançado, internado na clínica médica, apresentou perda de 12% do peso em 3 meses, além de disfagia orofaríngea moderada e intolerância parcial à dieta enteral por sonda nasoenteral, tendo evoluído com náuseas e distensão. Encontra-se em dupla via de alimentação (oral adaptada + enteral contínua).
Nesse caso, de acordo com os princípios de dietoterapia em oncologia e manejo de sintomas gastrointestinais, qual é a conduta nutricional mais adequada?
Priorizar dieta oral exclusiva para estimular autonomia alimentar e minimizar complicações relacionadas à sonda.
Suspender a via oral devido à disfagia e manter nutrição exclusivamente enteral em gotejamento rápido para garantir aporte calórico.
Manter dupla via, reduzir a taxa de infusão enteral, utilizar fórmula polimérica hipercalórica e adotar fracionamento rigoroso da via oral com ajuste de viscosidade.
Aumentar a densidade proteica da dieta oral e reduzir a enteral para 10% das necessidades, pois a via oral deve sempre ser majoritária no câncer.