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Uma paciente lactante, de 27 anos de idade, buscou atendimento médico 6 semanas após o parto, com relato de dor intensa durante as mamadas, fissuras mamilares recorrentes e mamada ineficaz. O lactente, que estava com 3,9 kg, apresentou ganho ponderal abaixo do esperado para a idade. A mãe recebeu orientação de complementar a alimentação do bebê com fórmula após cada mamada, mas pouco tempo depois referiu piora das fissuras e redução perceptível da produção de leite.
Nesse caso, conforme as diretrizes de Aleitamento Materno da OMS, MS/Brasil e SBP, qual é a conduta nutricional mais adequada?
Avaliar e corrigir a pega e o posicionamento do bebê, oferecer manejo de fissuras, estimular ordenha após mamadas e usar suplemento somente se não houver melhora clínica.
Manter a fórmula após todas as mamadas, pois o ganho ponderal insuficiente indica falência da lactação.
Introduzir fórmula em volume fixo e programado, mesmo que a pega não seja corrigida, para garantir aporte energético do lactente.
Suspender temporariamente o aleitamento e manter ordenha exclusiva até cicatrização completa das fissuras.