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Um paciente de 59 anos de idade, portador de DRC estágio 4 (TFG 22 mL/min), buscou atendimento apresentando hiperfosfatemia (P 6,1 mg/dL), potássio 5,3 mEq/L e bicarbonato 18 mEq/L. Referiu dieta rica em carnes processadas, leguminosas e refrigerantes tipo cola. Informou uso de IECA e quelante de fósforo à base de carbonato de cálcio. Foi mantido em acompanhamento para possível início de terapia renal substitutiva.
De acordo com as diretrizes KDIGO e BRASPEN para dietoterapia na DRC, qual é a conduta nutricional mais adequada nesse caso?
Aumentar ingestão proteica para 1,4 g/kg/dia com o objetivo de compensar o catabolismo da doença.
Manter consumo de leguminosas e reduzir apenas sódio, já que fósforo e potássio são pouco influenciados pela dieta.
Suspender o uso de quelantes e priorizar apenas hidratação livre, pois a excreção renal residual ainda está preservada.
Restringir fósforo e potássio da dieta, priorizar proteínas de alto valor biológico em quantidade moderada (de 0,6 a 0,8 g/kg/dia) e reforçar a alcalinização alimentar para correção parcial da acidose.