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Na enfermaria de um hospital, um paciente com obesidade e risco moderado de DASCV recebe uma prescrição dietética extremamente restritiva (várias exclusões alimentares) e passa a ingerir muito pouco, com piora de adesão. Segundo o posicionamento sobre intervenções para redução de eventos e fatores de risco, essa diretriz recomenda que:
A intervenção alimentar seja sustentável e individualizada, pois a manutenção de perda ponderal e redução de risco depende de adesão no médio e longo prazo.
Estratégias alimentares muito restritivas devem ser preferidas, pois aumentam a chance de atingir metas, mesmo com queda de adesão.
Deve-se restringir grupos alimentares como regra (ex.: excluir frutas e grãos integrais) para acelerar redução de eventos cardiovasculares.
O foco alimentar seja secundário; a atividade física isoladamente é suficiente para redução de eventos, mesmo sem mudanças dietéticas.